"Looks great. Organic traffic has been holding steady at Feb/March levels when normally it declines from April onwards. Because of the seasonal nature of the business it is difficult to measure the exact impact, but I can tell you our organic traffic is currently almost 3 times what it was this time last year. All down to you guys! The trick for us is to try and sustain it throughout the summer, keeping our slow season as short as possible!" Ivan L.
Existem vários tipos de blogs: pessoais, jornalismo, corporativo, tecnológico, educativo, etc. Os blogs corporativos são os mais relevantes para as empresas, são criados com o apoio das empresas, para as auxiliar a atingir os seus objectivos e permitem reforçar a imagem de marca, posicionamento, comunicação interna e externa. Um exemplo de sucesso é o Blog da Barbie (bonecas) onde o fabricante coloca os valores que pretende transmitir na “boca” das próprias bonecas, conseguindo desta forma alcançar mais eficazmente o seu segmento alvo.
Segunda geração da Web onde o conceito é a Web como plataforma, para uma comunidade e serviços na internet, com realce na colaboração e na partilha de informação. Há mais de 10 anos quando surgiu o e-marketing, os sites eram um género de cartão de visita sofisticado, que algumas empresas “mais na moda”, utilizavam para se apresentar a potenciais clientes na internet. A tecnologia tem permitido a evolução deste conceito até converter os sites iniciais em verdadeiras ferramentas de e-branding: a venda pela internet não é obrigatória; ou até mesmo aconselhável em certas ocasiões, algumas vezes a verdadeira chave para o sucesso é ser capaz de induzir o visitante a comprar através de um diferente canal. Para ajudar a atingir esse objectivo, nada melhor do que, permitir aos utilizadores que conheçam o negócio através de sites interactivos e social media que lhes possibilitem ter um papel activo no desenvolvimento de conteúdos. Existem muitos exemplos, o melhor é olhar para os rankings dos melhores sites do ano por sector para perceber o que melhor se faz nesta área.
Using an omni-channel strategy is becoming increasingly important for enterprises who must adapt to the changing expectations of consumers who want ever-more sophisticated offerings throughout the purchasing journey. Retailers are increasingly focusing on their online presence, including online shops that operate alongside existing store-based outlets. The "endless aisle" within the retail space can lead consumers to purchase products online that fit their needs while retailers do not have to carry the inventory within the physical location of the store. Solely Internet-based retailers are also entering the market; some are establishing corresponding store-based outlets to provide personal services, professional help, and tangible experiences with their products.[24]
Se trata básicamente de una asociación entre un comerciante y un afiliado, donde el objetivo del afiliado es promover los productos del comerciante o servicio mediante la colocación de anuncios o enlaces a través de su sitio web. El comerciante, a su vez, paga la comisión al afiliado para promover el producto (las tácticas de promoción incluyen las ventas, clics, registros, descargas, etc. La tasa de la comisión depende enteramente de la empresa y el acuerdo del afiliado.
O CPL é muito idêntico ao CPA, mas com uma pequena diferença: a validação das leads. No CPL, você não é remunerado pela ação, mas sim pelo fato de a ação ser validada. Um bom exemplo de um programa deste gênero é o programa de recrutamento de novos afiliados para plataformas como a UpRise40, Netlucro, Netfilia, Netaffiliation ou a Public-Idées, por exemplo. Nestes casos, o afiliado não é remunerado pelos usuários que se inscrevem nas plataformas, mas sim pelos usuários que se inscrevem e são aceitos pelas plataformas para começarem a correr as campanhas de afiliados. Esta é a grande diferença entre a ação e a lead válida.
Una guía completísima y útil Frank. El asunto “publicidad frente a afiliación” es bastante interesante, sobre todo porque la publi convencional en Internet parece que ha tocado casi fondo. De hecho hasta el New York Times se interesa ahora por los enlaces de afiliados como via de diversificar ingresos y ha comprado una web que se dedica precisamente a eso, a revisar productos y obtener comisiones de Amazon, como modelo de negocio.
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